A ambição é dos CTT e, em particular, do seu presidente, com o banco lançado após a privatização. Como defende Francisco de Lacerda, o banco é um activo com valor para o grupo
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Texto de Mª João Vieira Pinto e Mª João Lima
Fotos de Paulo Alexandrino
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Francisco de Lacerda fez todo o seu percurso no privado. Foi CEO do Banco Mello e da Cimpor, vogal do Conselho de Administração Executivo do Millennium bcp e membro da Comissão de Auditoria da EDP Renováveis. Quando foi convidado para presidir aos CTT, sabia exactamente qual era o seu mandato: privatizar.
Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Fevereiro de 2016 da revista Marketeer.












