Cortiça portuguesa na Bienal de Veneza

A artista portuguesa Leonor Antunes é a responsável por uma instalação para a 57.ª Bienal de Veneza, tendo sido inspirada pelo trabalho dos arquitectos italianos Carlo Scarpa e Franco Albini.

Leonor Antunes escolheu um pavimento com visual de cortiça da Wicanders (marca premium da Amorim Revestimentos), colocado ao longo de 100 m2, uma instalação que pretende homenagear as remodelações realizadas pelos dois arquitectos em diversos museus italianos, assim como em outros edifícios com ligações à cultura e às artes.

«As minhas visitas a vários desses museus tornaram-se o ponto de partida para esta nova instalação, na qual algumas peças são inspiradas em padrões e outros elementos que Scarpa e Albini usaram nas suas remodelações», afirma Leonor Antunes, justificando a utilização da cortiça por ser «ser um material produzido essencialmente em Portugal, conferindo também ao projecto mais um elemento diferenciador e sustentável».

Para Pedro Maria Pinho, director de Marketing da Amorim Revestimentos, «a cortiça está a ganhar terreno como uma opção responsável, que agrega performance técnica e versatilidade estética, como comprova a sua utilização em diversos museus de arte contemporânea, em diferentes países do mundo».

A 57.º Bienal de Veneza, desenvolvida em torno do tema “Viva Arte Viva”, decorre até 26 de Novembro, no centro histórico de Arsenale.

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