Consumidores portugueses estão mais optimistas

O futuro é encarado com optimismo pelo maior parte dos consumidores portugueses. Um estudo do IPAM revela que 68% acredita que o seu poder de compra vai aumentar e que 63% considera que a situação financeira do agregado familiar vai melhorar.

Questionados sobre o que os leva a ter uma previsão tão positiva, 46% refere a integração no mercado de trabalho de um elemento da família. Apenas 9% dos consumidores inquiridos espera uma quebra na actual situação económica.

A análise do IPAM revela também que os portugueses continuam a comer cada vez menos fora de casa, sinal de uma mudança no comportamento que se iniciou nos anos de crise económica e que acabou por se manter. Por outro lado, as despesas com alimentação em casa tendem a manter-se estáveis.

A preocupação com o orçamento é visível na compra de produtos alimentares mas também na de bens perecíveis, como roupa, sapatos e brinquedos, com 76% dos consumidores a admitir que a sua compra é “influenciada pelo preço e pela gestão rigorosa do orçamento”. Nos bens duráveis, como equipamentos electrónicos e electrodomésticos, a qualidade assume um papel mais preponderante mas ainda assim não consegue rivalizar com os argumentos financeiros, que influenciam 68% dos inquiridos.

“De forma transversal, assiste-se a uma tendência clara de manutenção dos gastos nas diferentes áreas e importa destacar que o maior aumento das despesas em 2016 se registou na compra de bens duráveis, na alimentação em casa, nas férias fora do País e nas actividades de educação e formação para o próprio, cônjuge e filhos”, revela ainda o mesmo estudo.

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