Conheça os bastidores do Optimus Alive

Sem título_2Num espectáculo de grandes dimensões, como o são os festivais de Verão, há muito mais do que aquilo que se vê: muita gente “invisível” que trabalha dias ou meses a fio para que na hora H tudo esteja perfeito; muita gente que se movimenta por trás dos palcos, para que a espera entre concertos não se traduza em desespero, para que não falte comodidade aos artistas e para que o material de cada um esteja em palco na altura devida. Um exército de pequenas formigas que pouca gente conhece, mas que são o garante e o bastião do bem comum. A Marketeer “infiltrou-se” (com as devidas autorizações) nos bastidores do Optimus Alive, que se realizou no Passeio Marítimo de Algés, no fim-de-semana de 12, 13 e 14 de Julho. Fomos conhecer o que se passa atrás dos palcos, das barreiras de saúde e segurança e quem são os actores principais deste filme feito em vários bastidores

Texto de Maria João Lima e Maria João Vieira Pinto

São cerca de 4 mil os profissionais envolvidos na montagem, manutenção e desmontagem de um festival com a dimensão do Optimus Alive, que há sete anos acontece em Algés. Um evento que começa a ser pensado e organizado com mais de 12 meses de antecedência e que está dimensionado para receber até 55 mil pessoas por dia.

O impacto é grande ainda antes da entrada no recinto. Mesmo quem nunca foi ao evento percebe, do lado de fora das barreiras, que se tratam de estruturas de elevado porte e volume. E estruturas estas que começam a ser trabalhadas muitas semanas antes da abertura de portas. Ou não albergasse o recinto uma área que começa em Lisboa, atravessa Algés e se estende ao Dafundo!

A corrida de fundo começa um mês e meio antes do evento, com a terraplanagem do recinto e a desinfestação de pragas. Diz quem por lá tem passado muitos dias que as formigas são – de facto – uma praga na zona!

A Câmara de Oeiras que, no total, entre dinheiro, serviços e logística, canaliza 140 mil euros para o evento, garante todo o trabalho de desmatação e limpeza antes e durante o festival (além de assegurar ainda que as corporações de bombeiros de Algés e do Dafundo estarão envolvidas com meios humanos e ambulâncias).

Preparado o terreno, inicia-se a fase de construção das canalizações, esgotos (todas as casas de banho têm ligação ao esgoto e a maioria dos sanitários é em louça) e electricidade. «Este ano conseguimos, com a EDP, pôr mais um posto de transformação na zona do Palco Optimus», congratula-se Álvaro Covões, responsável da produtora Everything is New, que organiza o Optimus Alive.

 

Para ler o texto na íntegra, consulte a edição de Agosto de 2013 da revista Marketeer.

 

 

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