Como vai a saúde da televisão?

Em Portugal, 67,2% das pessoas ainda consome televisão em directo, contra 33,8% que o faz em diferido. Os dados são do estudo “As novas dinâmicas do consumo audiovisual em Portugal, promovido pela Entidade para a Comunicação Social (ERC), que conclui que a “televisão continua a ser relevante e a grande plataforma de audiências em larga escala”.

Os resultados foram apresentados num debate organizado pela Dreamia, join-venture detida pela Nos e AMC Networks International – Iberia, que reuniu os principais players do mercado para debater “O Futuro da Televisão e as novas formas de consumo”. Estiveram presentes representantes da RTP, SIC, TVI, AMC, Meo, Nos, Vodafone, Nowo, Impresa e Dreamia.

Quanto a desafios, o avanço da tecnologia foi apontado como um dos principais. Eduardo Zulueta, presidente da AMC Networks International Iberia e Latin America, refere que enquanto líderes de mercado da televisão por cabo, onde conquistaram 13,8% da quota de mercado, têm de saber acompanhar as alterações para estar à altura dos novos desafios.

«O canal AMC vai reforçar a sua aposta em séries com mais de 13 lançamentos entre 2016 e 2017, além de lançar duas iniciativas tecnológicas odisseia 3.0 com uma aplicação em VR e 4K e machinima, o primeiro canal multiplataforma sobre o mundo dos gammers e phandom em Portugal antes do final do ano», conclui o responsável.

Já Pedro Mota Carmo, CEO da Dreamia, destaca o crescimento do cabo, citando exemplos como o do canal Hollywood que lidera os canais temáticos em Portugal, pelo terceiro ano consecutivo, e do canal Panda que conquistou 89% de notoriedade e é “uma referência incontornável para as crianças portuguesas”.

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