Comissão Europeia investiga Shein por venda de produtos ilegais

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28/01/2026
12:00
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Comissão Europeia investiga Shein por venda de produtos ilegais

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A retalhista chinesa de moda rápida Shein pode vir a ser alvo de uma investigação da União Europeia sobre a venda de produtos ilegais, mas as autoridades consideram improvável que o seu site seja temporariamente suspenso, afirmou um responsável da Comissão Europeia, citado pela reuters.

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O caso surgiu após a descoberta, em França, de bonecas sexuais infantis e outros artigos proibidos à venda na plataforma, uma situação que alertou os reguladores para o risco que a Shein poderá representar para os consumidores em toda a União Europeia.

No âmbito do Digital Services Act (DSA), a Comissão pediu à Shein que fornecesse informações detalhadas sobre as medidas implementadas para remover produtos ilegais e prevenir novos casos. Rita Wezenbeek, responsável pela aplicação do DSA, explicou ao Parlamento Europeu que a Comissão pretende agir rapidamente, embora a decisão final sobre a abertura de uma investigação dependa da comissária Henna Virkkunen.

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O responsável jurídico da Shein para a Europa, Médio Oriente e África, Yinan Zhu, declarou que a empresa já tomou medidas para remover produtos ilegais e que incidentes deste tipo acontecem em várias plataformas, devido a utilizadores que tentam contornar os mecanismos de controlo.

Apesar das críticas de eurodeputados e de pedidos para suspensão imediata, a aplicação de uma medida cautelar é considerada improvável.




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