Campo de Ourique tem um novo espaço de coworking

António Mesquita deu nova vida a uma tipografia que estava abandonada no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa. As teias de aranha deram lugar a um espaço comunitário, onde é possível trabalhar sem distracções mas com a possibilidade de criar novos projectos com o colega do lado.

Chama-se Resvés e é um espaço de coworking que se apresenta como a opção ideal para quem procura uma nova forma de trabalhar – mas não solitária, segundo frisa o impulsionador do projecto. «Quis criar um espaço que tivesse as condições necessárias para que uma pessoa se pudesse focar no trabalho de forma independente e flexível, mas onde não estivesse solitária ou exposta a distracções (como em casa, numa biblioteca ou num café)», explica António Mesquita.

Em comunicado, o responsável adianta ainda que o objectivo é «atrair pessoas com um espírito inovador, criativo e disruptivo, de forma a que desse convívio resultem trocas de ideias e experiências e, quem sabe, a criação de novos projectos».

No Resvés, existem três modalidades de coworking: Flex (100 euros/mês), Standard (180 euros/mês) e Premium (225 euros/mês). Há também três hubs privados com capacidade para seis, oito e 20 pessoas, com preços a ir dos 600 aos dois mil euros. Qualquer uma das opções, com excepção da Flex, permite acesso ao espaço 24 horas por dias, para que cada pessoa possa trabalhar na fase do dia em que se sinta mais produtiva.

Sala de reuniões, duas phone booths, internet, copa (com mesa de refeições que transforma em mesa de pingue-pongue) e rede catamarã fazem parte da oferta do Resvés, bem como duas bicicletas à disposição.

Para a restante comunidade, o Resvés terá exposições, debates, workshops e eventos de networking. Tudo para que seja criada uma ligação com quem está do lado de fora do espaço de coworking.

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