Segundo o relatório da Statista sobre a indústria cosmética mundial, em 2025 as marcas mais valiosas foram Chanel, L’Oréal e Gillette, consolidando o seu lugar num mercado cada vez mais fragmentado e competitivo.
Este ranking evidencia não apenas o desempenho financeiro, mas também a capacidade das marcas de se adaptarem às tendências de consumo, inovação tecnológica e posicionamento global. Em particular, fatores como inovação constante, presença internacional, confiança do consumidor e coerência na identidade de marca mostram-se determinantes para alcançar o topo.
A Chanel lidera o ranking, com um valor de marca superior a 27 mil milhões de dólares. A marca francesa mantém o estatuto de referência no luxo graças à combinação de exclusividade, herança histórica e estratégia rigorosa de distribuição e comunicação. Nas fragrâncias e nos cuidados de pele premium, a perceção de qualidade e prestígio continua a ser decisiva na escolha do consumidor.
A seguir surge a L’Oréal, reconhecida mundialmente pela sua acessibilidade e presença massiva. O sucesso da marca deve-se à capacidade de atuar simultaneamente no mercado de massa e no segmento premium, adaptando-se a diferentes mercados, desenvolvendo produtos inovadores em skincare e maquilhagem, e mantendo uma comunicação clara centrada em ciência, resultados e diversidade.
A Gillette, integrada no portefólio da Procter & Gamble, completa o top 3. Tradicionalmente associada ao cuidado masculino, a marca mantém um valor de marca elevado graças a décadas de liderança, inovação tecnológica e fidelização do consumidor, consolidando a confiança e a estabilidade num setor altamente competitivo.
Além destas três marcas, outras empresas como Nivea, Lancôme, Dove, Garnier e Estée Lauder também figuram no ranking de 2025, demonstrando que tanto o luxo como o consumo massivo têm espaço para construir valor duradouro na indústria cosmética.












