Azeite alentejano à conquista da Escandinávia

Dinamarca e Suécia são os próximos destinos do azeite alentejano. O CEPAAL – Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo está a preparar uma acção de promoção nestes dois mercados, com direito a provas técnicas e um jantar de harmonização com distribuidores, retalhistas, jornalistas e chefs. Estão pensados também momentos de degustação com consumidores locais, em lojas delicatessen de Copenhaga (30 de Abril) e Estocolmo (2 de Maio).

Segundo o CEPAAL, o azeite está a aumentar a sua presença no cabaz alimentar dos consumidores escandinavos, razão pela qual faz sentido apostar nestes mercados. O centro indica também que estes são consumidores com elevado poder de compra e exigentes, pelo que a estratégia passará por evidenciar a qualidade e os benefícios do azeite.

Será explicada, por exemplo, a diferença entre azeite verde e maduro e mostrado que existem vários tipos, nomeadamente uns mais picantes do que outros.

Em 2016, o consumo de azeite atingiu um quilo per capita, cinco vezes mais do que 10 anos antes. Ainda assim, ficam bastante atrás dos portugueses, cujo consumo per capita ronda os sete quilos.

«Com uma gastronomia que utiliza laticínios como base, os consumidores nórdicos só agora estão a descobrir os benefícios do consumo do azeite», explica Mariana Teles Branco, responsável de Marketing e Qualidade do CEPAAL. Estão, cada vez mais, a importar os hábitos alimentares da Europa do Sul e, por isso, é o momento certo para lhes dar a conhecer o azeite do Alentejo, refere.

«Acreditamos que, no futuro próximo, a Dinamarca e a Suécia serão mercados muito importantes para o Azeite do Alentejo», acrescenta Mariana Teles Branco. O CEPAAL representa um total de 28 produtores de azeite do Alentejo, região responsável por cerca de 80% da produção nacional.

Ler Mais
Artigos relacionados
Comentários
A carregar...

Multipublicações

Human Resources
Tem dificuldade em encontrar espaços para conferências? Há salas renovadas em Lisboa.
Automonitor
Volvo quer impacto climático neutro em 2040