As miúdas (não) podem ser cientistas!

Nos Estados Unidos da América, apenas 6,7% das mulheres concluem os seus estudos nas chamadas áreas STEM: Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. A razão para a percentagem reduzida não é clara, mas a Microsoft quer aumentar o número de mulheres a investigar o aquecimento global e cancro da mama, entre outras questões que estão habitualmente entregues a profissionais do sexo masculino.

No mais recente capítulo da campanha “Make What’s Next”, a tecnológica desafiou um grupo de meninas a revelar as suas ambições para o futuro. Tudo para, momentos depois, as confrontar com a realidade: «As probabilidades ditam que não serão vocês a resolver nenhum destes problemas.»

O anúncio é assinado pela M: United/McCann e é lançado hoje por ocasião do Dia Internacional da Mulher. A Microsoft colaborou ainda com o LinkedIn no desenvolvimento de uma plataforma que transforma interesses em carreiras. Desta forma, as raparigas podem indicar quais as suas paixões e perceber que futuro profissional lhe poderá estar reservado. Sempre com as ciências e tecnologias como pano de fundo.

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