A Cidade do México prepara-se para o Mundial 2026 com uma novidade que já está a gerar debate: a instalação de WC inteligentes, localizados junto à estação Sevilla do Metro, com pagamento por cartão, limpeza automática e um design inspirado no ajolote, um símbolo icónico da cidade.
Cada utilizador poderá permanecer até 15 minutos no interior, beneficiando de água, sabão e secagem de mãos, enquanto o sistema de limpeza automática garante que o próximo visitante encontre o espaço higienizado. O projeto pretende modernizar a experiência nos WC públicos e melhorar a imagem da cidade perante turistas e visitantes do Mundial.
No entanto, nem tudo são elogios. Muitos questionam o custo, a acessibilidade e já surgiram sinais de vandalismo antes da inauguração oficial, levantando dúvidas sobre a durabilidade e manutenção destas infraestruturas.
A localização estratégica, perto de restaurantes, hotéis e corredores turísticos, aliada ao design futurista e cores vibrantes, visa impressionar os visitantes internacionais, mas também tem gerado partilhas virais nas redes sociais, com opiniões divididas entre inovação e exagero.
O debate continua: será que estes WC inteligentes representam um passo à frente em termos de infraestrutura urbana ou são apenas mais um exemplo de modernidade polémica?












