A ciência revela a verdade sobre adultos que jogam videojogos (e não é o que pensa)

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16/05/2026
10:00
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A investigação na área da psicologia tem vindo a identificar tendências comuns entre adultos com idades entre os 30 e os 40 anos que mantêm o hábito de jogar videojogos, sugerindo que esta prática está associada a determinados perfis comportamentais e cognitivos.

De acordo com estudos recentes, o envolvimento continuado com videojogos na idade adulta pode estar relacionado com a manutenção de capacidades como a atenção, a memória e a rapidez de resposta, funcionando como uma forma de estímulo cognitivo regular.

Os especialistas referem que os videojogos exigem níveis elevados de concentração, tomada de decisão rápida e capacidade de resolução de problemas em tempo real, fatores que podem contribuir para a preservação da agilidade mental ao longo do tempo.

Apesar destes potenciais benefícios, a prática continua, em alguns casos, associada a estereótipos sociais que ligam o gaming à imaturidade. No entanto, a evidência científica tem vindo a contrariar essa perceção, apontando para possíveis efeitos positivos ao nível da neuroplasticidade e da chamada reserva cognitiva.

Os investigadores sublinham ainda que, nesta fase da vida adulta, marcada por maiores responsabilidades profissionais e pessoais, muitos indivíduos recorrem aos videojogos como forma de lazer estruturado e de gestão do stress.

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Mais do que a idade, os estudos destacam a importância da forma como esta atividade é integrada no quotidiano, defendendo que o equilíbrio com outras rotinas é determinante para o seu impacto global.




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