3 mil pessoas saíram à rua para fazer um minuto de barulho

O apelo lançado pela Meo durante os últimos dias resultou em perto de três mil pessoas junto à sede da Altice Portugal, em Lisboa. O objectivo que as unia era o mesmo: fazer um minuto de barulho pelas 30 vítimas de violência doméstica que morreram, este ano, em Portugal. Às 15h30, as vozes e buzinas fizeram-se ouvir.

A ajudar às contas estiveram os parceiros da Meo nesta iniciativa, cujo mote era #NãoFiqueÀEspera. Marcaram presença organizações como Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Federação Portuguesa de Futebol, Cruz Vermelha Portuguesa, Associação Portuguesa dos Contact Centers, Rádio Renascença e Eco, mas também algumas figuras públicas. Rosa Mota, João Gil, Luís Represas, Sílvia Rizzo e Iva Domingues não quiseram ficar de fora.

A Liga dos Bombeiros Portugueses juntou-se ao minuto de barulho através de quatro viaturas operacionais, que fizeram soar as sirenes – tanto em Picoas como em centenas de quartéis de bombeiros de todo o País. É que além das três mil pessoas que reuniu em Lisboa, a Meo também conseguiu juntar apoiantes de Norte a Sul do País, tendo estabelecido como ponto de encontro os edifícios da Altice Portugal nos 18 distritos.

A campanha digital que acompanha esta acção somou mais de quatro milhões de impressões (publishers nacionais, Facebook e YouTube) em cinco dias. O site criado para o efeito, por seu turno, conquistou mais de oito mil sessões.

“A Altice Portugal não pode deixar de agradecer a todas as instituições e individualidades, assim como a todos os milhares de portugueses, que contribuíram e deram voz a esta iniciativa, apelando a uma maior consciencialização contra o flagelo da violência doméstica”, indica a empresa em comunicado. “Por uma realidade que é de alguns e por um problema que é de todos, esta acção de colaboração, inédita, chegou a todos os cantos do País em prol de uma causa maior e à qual os portugueses provaram não serem indiferentes. Este minuto de barulho não é o fim de uma iniciativa, mas é o início de tudo”, garante a dona da Meo.

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